Verlag: Lisboa, Antígona, 1981
Anbieter: Biblioteca de Babel, São Paulo, SP, Brasilien
Erstausgabe
Soft cover. Zustand: Very Good. 1st Edition. In Portuguese. 21x12cm, 182p. Light foxing on the side edge. Revolution of Minho, North of Portugal. Traditionalism, Miguelism.
Soft Cover. Zustand: Good. Escriptos pelo Padre Casimiro finda a Guerra, em 1847. Edições Antígona. Lisboa. 1981. De 21,5x12,5 cm. Com 182, [vi] págs. Brochado. Importante relato das atividades guerreiras de Casimiro à frente de um grupo de camponeses, no contexto da Revolução da Maria da Fonte. Foi violentamente atacado por Camilo Castelo Branco na obra «Maria da Fonte». A Revolução da Maria da Fonte, também conhecida como Revolta do Minho, foi uma sublevação popular em 1846 contra o governo de Costa Cabral, impulsionada por descontentamento com recrutamento militar, impostos e a proibição de enterros em igrejas. Os motins iniciaram-se na Póvoa de Lanhoso, liderados por mulheres, e propagaram-se pelo norte, com destaque para a figura de Maria Angelina, a possível «Maria da Fonte». A revolta evoluiu para um movimento político com guerrilhas lideradas por elites locais e padres, o mais célebre dos quais o padre Casimiro José Vieira, focando-se em reformas administrativas e fiscais, e culminando na queda do governo de Costa Cabral. A instabilidade persistiu, levando à guerra civil da Patuleia, que terminou com a Convenção de Gramido e intervenção militar estrangeira. P. Casimiro José Vieira (Vieira do Minho, 1817 ? Felgueiras, 1895) foi um sacerdote católico, conhecido por ter sido líder na Revolução da Maria da Fonte. Partidário da restauração absolutista e autoproclamado ?defensor das cinco chagas e general comandante das forças populares do Minho e Trás-os-Montes?, liderou guerrilhas, mas foi considerado com pouca capacidade política. Após a guerra viveu escondido durante algum tempo, acabando por passar o resto da sua vida no Monte de Santa Quitéria em Felgueiras. Publicou um relato da revolta, e foi criticado por Camilo Castelo Branco. Ref.: Assembleia da República - A Revolta da Maria da Fonte (1846) [em linha] António dos Reis Ribeiro - O Padre Casimiro e Camilo. Editorial Enciclopédia. Lisboa. 1936. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: I-73-C-51.
Soft Cover. Zustand: Good. [Pelo] Padre Casimiro finda a guerra em 1847. Prefácio de José Manuel Sobra. Colecção Raízes. Edições Rolim. Lisboa. [D.L. 1987]. De 21x14 cm. Com [viii], 462 págs. Brochado. Fac-símile da edição de 1833. Data da edição com base na Biblioteca Nacional, Cota: H.G. 37770 V. Importante relato das atividades guerreiras de Casimiro à frente de um grupo de camponeses, no contexto da Revolução da Maria da Fonte. Foi violentamente atacado por Camilo Castelo Branco na obra «Maria da Fonte». A Revolução da Maria da Fonte, também conhecida como Revolta do Minho, foi uma sublevação popular em 1846 contra o governo de Costa Cabral, impulsionada por descontentamento com recrutamento militar, impostos e a proibição de enterros em igrejas. Os motins iniciaram-se na Póvoa de Lanhoso, liderados por mulheres, e propagaram-se pelo norte, com destaque para a figura de Maria Angelina, a possível «Maria da Fonte». A revolta evoluiu para um movimento político com guerrilhas lideradas por elites locais e padres, o mais célebre dos quais o padre Casimiro José Vieira, focando-se em reformas administrativas e fiscais, e culminando na queda do governo de Costa Cabral. A instabilidade persistiu, levando à guerra civil da Patuleia, que terminou com a Convenção de Gramido e intervenção militar estrangeira. P. Casimiro José Vieira (Vieira do Minho, 1817 ? Felgueiras, 1895) foi um sacerdote católico, conhecido por ter sido líder na Revolução da Maria da Fonte. Partidário da restauração absolutista e autoproclamado ?defensor das cinco chagas e general comandante das forças populares do Minho e Trás-os-Montes?, liderou guerrilhas, mas foi considerado com pouca capacidade política. Após a guerra viveu escondido durante algum tempo, acabando por passar o resto da sua vida no Monte de Santa Quitéria em Felgueiras. Publicou um relato da revolta, e foi criticado por Camilo Castelo Branco. Ref.: Assembleia da República - A Revolta da Maria da Fonte (1846) [em linha] António dos Reis Ribeiro - O Padre Casimiro e Camilo. Editorial Enciclopédia. Lisboa. 1936. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: SACO DG212-010.
Anbieter: Livraria Castro e Silva, Lisboa, Portugal
Hard Cover. Zustand: Good. Escriptos pelo Padre Casimiro finda a Guerra, em 1847. Typographia Lusitana. Braga. 1883. De 22x14 cm. Com xi, 462 págs. Encadernação do século XX com lombada em pele. Ilustrado com um ex-voto religioso. Exemplar com carimbo e assinatura de posse na folha de rosto. Importante relato das atividades guerreiras de Casimiro à frente de um grupo de camponeses, no contexto da Revolução da Maria da Fonte. Foi violentamente atacado por Camilo Castelo Branco na obra «Maria da Fonte». A Revolução da Maria da Fonte, também conhecida como Revolta do Minho, foi uma sublevação popular em 1846 contra o governo de Costa Cabral, impulsionada por descontentamento com recrutamento militar, impostos e a proibição de enterros em igrejas. Os motins iniciaram-se na Póvoa de Lanhoso, liderados por mulheres, e propagaram-se pelo norte, com destaque para a figura de Maria Angelina, a possível «Maria da Fonte». A revolta evoluiu para um movimento político com guerrilhas lideradas por elites locais e padres, o mais célebre dos quais o padre Casimiro José Vieira, focando-se em reformas administrativas e fiscais, e culminando na queda do governo de Costa Cabral. A instabilidade persistiu, levando à guerra civil da Patuleia, que terminou com a Convenção de Gramido e intervenção militar estrangeira. P. Casimiro José Vieira (Vieira do Minho, 1817 ? Felgueiras, 1895) foi um sacerdote católico, conhecido por ter sido líder na Revolução da Maria da Fonte. Partidário da restauração absolutista e autoproclamado ?defensor das cinco chagas e general comandante das forças populares do Minho e Trás-os-Montes?, liderou guerrilhas, mas foi considerado com pouca capacidade política. Após a guerra viveu escondido durante algum tempo, acabando por passar o resto da sua vida no Monte de Santa Quitéria em Felgueiras. Publicou um relato da revolta, e foi criticado por Camilo Castelo Branco. Ref.: Assembleia da República - A Revolta da Maria da Fonte (1846) [em linha] António dos Reis Ribeiro - O Padre Casimiro e Camilo. Editorial Enciclopédia. Lisboa. 1936. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: I-31-A-19.