A ilha do rei. Dieser Artikel ist nicht verfügbar.
Sprache: Portugiesisch
Verlag: Independently Published, 2018
- Softcover
- Neu

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Artikelbeschreibung des Verkäufers
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Bestandsnummer des Verkäufers L2-9781976957468
- Titel
- A ilha do rei
- Autor
- Gugik, MD
- Verlag
- Independently Published
- Erscheinungsjahr
- 2018
- Zustand
- New
- Einband
- PAP
- Sprache
- Portugiesisch
- ISBN-10
- 197695746X
- ISBN-13
- 9781976957468
- Artikelgewicht
- 890 Gramm
[Vencedor dos Prêmios: Atlantis, Estrelas Douradas, Flores de Ouro, Write Perfect, AE, Storyteller, e Rosas Douradas, na categoria ficção histórica]
Reza a lenda que Dom João, quando escapuliu da invasão napoleônica, trouxe consigo seus tesouros... E alguns segredos insondáveis. Os cavaleiros de Cristo portugueses e os maçons ingleses uniram-se para realizar a operação de transporte e escolta desses tesouros para o Brasil, antecipando a intenção dos invasores franceses de se apossarem deles. Dizem que o príncipe-regente teria mandado construir um esconderijo para mantê-los em segurança, numa pequena ilha situada na Baía de Guanabara. Os índios a chamavam de Ilha Curva; os portugueses residentes passaram a chamá-la simplesmente de a "Ilha do Rei".
Fossem quais fossem os objetivos do regente, lá, erigiu-se um magnífico palácio de veraneio, enquanto a corte permanecia na colônia (ora elevada à categoria de Reino Unido).
Com a queda de Napoleão, Dom João retornou à Portugal. O palácio de veraneio e a ilha ficaram abandonados. No entanto, estórias começaram a circular. A lenda surgiu e ganhou força, alimentada pelos moradores da região. Dizem que sob a edificação, existe uma casamata que abriga e protege os tesouros secretos de Dom João. Dizem que o local é repleto de armadilhas... E que a ilha é território proibido e assombrado... Onde forças misteriosas operam... Tudo isso colaborou em igual medida para manter as pessoas longe daquele lugar - exceto os caçadores de tesouros. Muitos aventureiros tentaram a sorte e falharam.
Alguns morreram.
A arqueóloga brasileira Mariana Aragão de Miranda tem motivos para acreditar na existência do tesouro depositado nos subterrâneos da ilha. Sua Quinta-avó, Ignácia, deixou um diário pessoal contando tudo o que viu e ouviu, durante a sua vida na corte portuguesa. Mari dedicou-se a seguir os passos da ousada e destemida antepassada. Fez da lenda a sua missão. Nada nem ninguém ficará no seu caminho para descobrir o tesouro...
Será? Essa é a história de duas mulheres de atitude, unidas pelo parentesco e pelo destino; essa é uma aventura em dois tempos.
Edição artesanal, com os recursos da autora.
Capa feita por meio de Canva. Qualquer situação que envolva direitos autorais é desconhecida pela autora, que usou imagem liberada gratuitamente pelo bando de imagens do Canva. Portanto, se houver, a autora agiu de boa fé e solicita que entre em contato para informá-la, caso haja algum impedimento.
Cover by Canva. The author is unaware of any copyright situation, as she used an image released for free by the Canva image library. Therefore, if there is any situation, the author acted in good faith and requests that you contact her to inform her if there is any impediment.
Portada de Canva. La autora desconoce cualquier situación de derechos de autor, ya que utilizó una imagen liberada de forma gratuita por la biblioteca de imágenes de Canva. Por lo tanto, si existe alguna situación, la autora actuó de buena fe y solicita que se comuniquen con ella para informarle si existe algún impedimento.
Reza a lenda que Dom João, quando escapuliu da invasão napoleônica, trouxe consigo seus tesouros... E alguns segredos insondáveis. Os cavaleiros de Cristo portugueses e os maçons ingleses uniram-se para realizar a operação de transporte e escolta desses tesouros para o Brasil, antecipando a intenção dos invasores franceses de se apossarem deles. Dizem que o príncipe-regente teria mandado construir um esconderijo para mantê-los em segurança, numa pequena ilha situada na Baía de Guanabara. Os índios a chamavam de Ilha Curva; os portugueses residentes passaram a chamá-la simplesmente de a "Ilha do Rei".
Fossem quais fossem os objetivos do regente, lá, erigiu-se um magnífico palácio de veraneio, enquanto a corte permanecia na colônia (ora elevada à categoria de Reino Unido).
Com a queda de Napoleão, Dom João retornou à Portugal. O palácio de veraneio e a ilha ficaram abandonados. No entanto, estórias começaram a circular. A lenda surgiu e ganhou força, alimentada pelos moradores da região. Dizem que sob a edificação, existe uma casamata que abriga e protege os tesouros secretos de Dom João. Dizem que o local é repleto de armadilhas... E que a ilha é território proibido e assombrado... Onde forças misteriosas operam... Tudo isso colaborou em igual medida para manter as pessoas longe daquele lugar - exceto os caçadores de tesouros. Muitos aventureiros tentaram a sorte e falharam.
Alguns morreram.
A arqueóloga brasileira Mariana Aragão de Miranda tem motivos para acreditar na existência do tesouro depositado nos subterrâneos da ilha. Sua Quinta-avó, Ignácia, deixou um diário pessoal contando tudo o que viu e ouviu, durante a sua vida na corte portuguesa. Mari dedicou-se a seguir os passos da ousada e destemida antepassada. Fez da lenda a sua missão. Nada nem ninguém ficará no seu caminho para descobrir o tesouro...
Será? Essa é a história de duas mulheres de atitude, unidas pelo parentesco e pelo destino; essa é uma aventura em dois tempos.
Edição artesanal, com os recursos da autora.
Capa feita por meio de Canva. Qualquer situação que envolva direitos autorais é desconhecida pela autora, que usou imagem liberada gratuitamente pelo bando de imagens do Canva. Portanto, se houver, a autora agiu de boa fé e solicita que entre em contato para informá-la, caso haja algum impedimento.
Cover by Canva. The author is unaware of any copyright situation, as she used an image released for free by the Canva image library. Therefore, if there is any situation, the author acted in good faith and requests that you contact her to inform her if there is any impediment.
Portada de Canva. La autora desconoce cualquier situación de derechos de autor, ya que utilizó una imagen liberada de forma gratuita por la biblioteca de imágenes de Canva. Por lo tanto, si existe alguna situación, la autora actuó de buena fe y solicita que se comuniquen con ella para informarle si existe algún impedimento.
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