30.5 cm, Paperback. Zustand: Gut. 52 S. mit Illustrationen Leichte Lese- und Lagerspuren, Stempel auf Titelblatt / Gutes Exemplar / H356 / A-Z 63787 356 ISBN 9788582051504 pt Gewicht in Gramm: 540.
Verlag: SESI SP EDITORA, 2018
ISBN 10: 8582058527 ISBN 13: 9788582058527
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Soft cover. Zustand: New. Um menino recebe um porquinho-mealheiro, de louça, com uma ranhura nas costas para que possa ser alimentado com capital.
Verlag: Editora SESI-SP, 2018
ISBN 10: 8550408352 ISBN 13: 9788550408354
Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasilien
Soft cover. Zustand: New.
Verlag: Editora SESI-SP, 2018
ISBN 10: 8550409472 ISBN 13: 9788550409474
Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasilien
Soft cover. Zustand: New. Presépio e outros contos de Natal, como o próprio nome diz, é uma antologia de contos organizada por Luiz Ruffato e que têm como tema o Natal, uma época de festas e reencontro com familiares e amigos. Entretanto, os 17 contos escolhidos, que vão desde os clássicos Machado de Assis e Lima Barreto a autores contemporâneos, como Marçal Aquino e Lygia Fagundes Telles, tratam dos momentos em que, em meio à alegria natalina, aparecem a solidão, a tristeza e outros dramas humanos. Com projeto gráfico especial, o livro traz ainda histórias de Drummond, Mário de Andrade, Rachel de Queiroz e Rubem Braga.
Verlag: Editora SESI
ISBN 10: 8550407283 ISBN 13: 9788550407289
Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasilien
Soft cover. Zustand: New.
Verlag: Editora SESI-SP, 2018
ISBN 10: 8550407631 ISBN 13: 9788550407630
Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasilien
Soft cover. Zustand: New.
Verlag: Editora SESI-SP, 2015
ISBN 10: 8582056540 ISBN 13: 9788582056547
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Hardcover. Zustand: As New. No Jacket. Pages are clean and are not marred by notes or folds of any kind. ~ ThriftBooks: Read More, Spend Less.
Verlag: SESI-SP Editora, 2017
ISBN 10: 8550403830 ISBN 13: 9788550403830
Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasilien
Hardcover. Zustand: New. A escrita de Ubiratan Machado e sempre uma euforia para o espirito dos amantes da leitura. Neste A Capa do Livro Brasileiro, a euforia do espirito soma-se a dos olhos. Não, não se trata de uma obra ilustrada, e sim de uma simbiose de imagens e da história que elas representam. E essa história e uma deliciosa recontagem da história do livro e da cultura no Brasil, começando tardiamente com apenas um folheto de vinte e duas páginas, laudatório e inócuo , impresso em 1747 no Rio de Janeiro, e chegando até meados do século xx. ■ Nessa longa viagem visual, monitorada pelo texto saboroso de Ubiratan Machado, o leitor aprecia o surgimento (ainda que com o contrapeso da censura ) da tipografia entre nós (1808), inicialmente limitada a Impressão Regia, abrindo-se as primeiras gráficas particulares somente na década de 1820. A espécie de grito do Ipiranga antecipado converte-se pela imprensa, livros e folhetos escritos então por brasileiros , em atitude voluntariosa, atirando para o lixo a velha mentalidade do colonizado [.] com um objetivo bem determinado: a separação do pais da metrópole . ■ Daí em diante, embora através de lento desenvolvimento tipográfico, o poder sedutor da palavra escrita se evidencia no aumento significativo do número de obras de ficção e de poemas editados no Brasil . O romantismo impõe-se no pais, mudando mentalidades, provocando conflitos entre gerações, enriquecendo as artes, introduzindo na vida cotidiana novos conceitos e novas maneiras de sentir e de agir. A capa do livro brasileiro mostra com as imagens, sem perder uma sequência cronológica, agrupam-se tematicamente, suportados sempre pela escrita sóbria e de incomparável fluidez de Ubiratan Machado. Desfilam o Romantismo, o Naturalismo, o Simbolismo a par de importante editores e livreiros (Laemmert, Garnier, Leuzinger) e ilustradores (Julião Machado). ■ A segunda década do século xx assinala a vitória definitiva da capa ilustrada e colorida e o aparecimento do divisor de aguas no campo editorial: Monteiro Lobato. Despontam os nomes dos artistas Raul Pederneiras, Kalisto, J. Carlos, J. Prado, Paim, Belmonte. Mais à frente, na década prodigiosa (1930, sobretudo nos anos finais), temos a presença das grandes editoras: Melhoramentos, Cia. Editora Nacional, Globo, Jose Olympio, Editora Martins. Santa Rosa e o artista que se destaca como capista, sem esquecer Fahrion, Koetz e, mais recentes, Noemia, Darcy Penteado, Dorca, J. U. Campos. As colecoes tambem se fazem presentes: entre elas, a famosa Coleção Amarela da Globo, de romances policiais, a Terramarear e a Biblioteca das Moças (Cia. Editora Nacional). ■ Nas décadas de 1940-1950 o artista Enrico Bianco se sobressai criando notáveis desenhos para sobrecapas então introduzidas como componentes dos livros (editoras O Cruzeiro, Guanabara, Martins, Vecchi). Nesse período aparecem também os clubes do livro e coleções, como opção pelo livro de baixo custo e voltado a ficção: Clube do Livro, fundado por Mario Graciotti, Colecao Saraiva (Editora Saraiva), apresentando artistas como Vicente di Grado, Nico Rosso, Guilherme Valpeteris. ■ Tentamos esboçar nestes breves parágrafos tópicos que deem ideia ao leitor do desenvolvimento levado a cabo por Ubiratan Machado neste seu trabalho extraordinário, sob vários aspectos: abrangência temática, riqueza de informação, expressão opinativa clara, estilo saboroso, e abundancia iconográfica, qualidades essas que nos permitem afirmar que A Capa do Livro Brasileiro e o mais notável lançamento editorial dos últimos tempos. Cláudio Giordano.