Carambaia (30 Ergebnisse)

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  • Verlag: Carambaia, 2018

    8569002467 / 9788569002468

    • Hardcover

    Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilienLivraria Ingá

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    Hardcover. Fernando Pessoa (1888-1935) publicou apenas um livro de poemas em português durante sua vida, além de alguns folhetos de versos em inglês. No entanto, deixou uma imensa produção esparsa ou inédita, parte inacabada como seria de esperar de um escritor que não só se exercitou em vários gêneros, mas encarnou múltiplos autores. Por isso, mais de 80 anos após sua morte, ainda será possível encontrar inéditos. Prova disso é a coletânea que a CARAMBAIA lança agora, Contos completos, fábulas & crônicas decorativas, reunindo 14 textos que Pessoa deixou concluídos e revisados, três deles antes inéditos em livro. O volume traz também três contos do escritor norte-americano O. Henry traduzidos por Pessoa. A organização ficou a cargo do poeta e tradutor angolano Zetho Cunha Gonçalves, um dos principais escritores de seu país. Nascido em 1960 e hoje vivendo em Portugal, Gonçalves foi indicado este ano pela Universidade de Lisboa ao prêmio Nobel da literatura, e é um dos principais especialistas na obra de Pessoa. O maior poeta modernista português se apresenta nesse livro em algumas de suas facetas menos conhecidas, como as de contista e dramaturgo foi também autor de ensaios filosóficos e crítica literária (este talvez o veio mais frequente de sua obra lançada em vida), prosa memorialística e se lançou a esboços de vários gêneros, incluindo tentativas de ficção policial. Em comum entre os textos do livro está o fato de terem sido escritos e publicados em periódicos sob o nome real (ortônimo) de Fernando Pessoa e não atribuídos a algum de seus mais de 70 heterônimos. Outra constante com a exceção do angustiante drama estático O marinheiro, que fecha a coletânea com a gravidade de um fado é a presença de um humor provocativo, que oscila entre o absurdo e a ironia.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Carambaia, 2019

    8569002556 / 9788569002550

    Serie: Buch 1 von 1 - Crônica, Folhetim, Teatro

    • Softcover

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    Soft cover. João do Rio foi o pseudônimo mais famoso de Paulo Barreto (1881-1921), um dos autores mais conhecidos e controversos do início do século XX no Rio de Janeiro. Cronista prolífico, ele também foi crítico de arte, escreveu romances, ensaios, contos, peças de teatro, conferências sobre dança, moda, costumes, política. Crônica, Folhetim, Teatro reúne uma seleção de crônicas, reportagens, contos ficcionais, entrevistas, peças, sainetes, folhetins e artigos produzidos entre 1899 e 1919. Boa parte dos textos nunca saiu em livro, apenas nos jornais que permaneceram mais de 100 anos guardados em arquivos e bibliotecas. Até mesmo os romances e crônicas que o próprio autor editou em livro estavam há décadas fora de catálogo. João do Rio trabalhou a vida toda em jornais e revistas. Ele foi pioneiro como repórter e criou um estilo de texto híbrido de literatura e reportagem, ficção e realidade. Mudou o modo de fazer jornalismo e ajudou a fundar a crônica moderna. O escritor que conquistou uma vaga na Academia Brasileira de Letras aos 29 anos era um personagem de múltiplas facetas. Usou sua pena para denunciar a miséria, foi porta-voz do povo humilde, que não tinha espaço na imprensa. Inovou ao deixar a redação do jornal e ir para a rua, subir o morro e percorrer os subterrâneos da cidade, para revelar a seu leitor um Rio de Janeiro desconhecido. Ao mesmo tempo, acompanhando as transformações da capital, que vivia, naqueles primeiros anos de República, a fase de sua Belle Époque, João do Rio foi também o cronista dos salões e recepções elegantes da alta roda a elite que tentava se sofisticar e imitar os estrangeiros. João do Rio percorreu o mundo, colecionou admiradores e desafetos. Gordo, mulato e homossexual, vestia-se como um dândi com, por exemplo, um fraque verde combinando com a bengala, cartola e monóculo. Vítima de um ataque cardíaco que o impediu de completar 40 anos, ele deixou 25 livros e mais de 2.500 textos publicados em jornais e revistas. O projeto gráfico da caixa preparada pela CARAMBAIA foi desenvolvido por um grupo de arquitetos e designers reunidos especialmente para o trabalho e inspirou-se na relação do cronista com aquela que considerava a musa urbana, dotada de uma alma encantadora a rua. Seleção dos textos e apresentação: Graziella BetingProjeto gráfico: Cristiane Muniz, Fernando Viégas e Casa 36.…

  • Verlag: Carambaia, 2019

    8569002610 / 9788569002611

    • Hardcover

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    Hardcover. Conhecido mundialmente como um mestre do romance, Eça de Queiroz (1845-1900) atuou em outros gêneros, entre eles a crônica jornalística. Parte de sua colaboração em periódicos trata de assuntos internacionais, valendo-se do conhecimento do escritor como diplomata. A CARAMBAIA lança uma seleção desses textos em Ecos do mundo, organizada pelo escritor, tradutor e editor Rodrigo Lacerda, que assina também a apresentação. Os artigos se alternam entre observações espirituosas de costumes, análises detalhadas do xadrez geopolítico da época, reflexões sobre tendências intelectuais e artísticas em Londres e Paris e narrações que beiram a escrita ficcional.…

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    Hardcover. Eles são mais curtos que um romance ou uma novela, surgiram a partir de narrativas transmitidas de geração em geração, transitaram pelo fantástico, pela lenda de cunho histórico, abordaram modos e costumes e também se alimentaram de intrigas. Esse tipo de texto literário, que hoje é identificado como conto, foi praticado mais do que se imagina por muitos escritores e escritoras brasileiras ao longo do século XIX. Em pleno Romantismo, o gênero foi se fixando no cenário das letras nacionais mostrando facetas bem mais diversas e interessantes do que tradicionalmente se confere à produção literária do período. Isso é o que revela a seleção inédita de textos preparada por Hélio de Seixas Guimarães e Vagner Camilo, ambos professores de Literatura da Universidade de São Paulo, lançada agora pela CARAMBAIA. A antologia O sino e o relógio é fruto de um trabalho de pesquisa e coleta minuciosa que durou mais de dez anos. Com ênfase em material raro, publicado apenas na imprensa da época, a coletânea abrange autores hoje esquecidos, porém relevantes no século XIX, e traz obras assinadas por nomes geralmente associados a outros gêneros e atividades, como os poetas Fagundes Varela e Casimiro de Abreu, o editor Francisco de Paula Brito e o dramaturgo Martins Pena. Entre as raridades da coletânea estão histórias escritas por mulheres, algumas pouco conhecidas hoje, como Corina Coaracy e Escolástica P. de L, ao lado de Nísia Floresta e Maria Firmina dos Reis. O conto de Coaracy, Conversações com minha filha: a mulher literata, é um surpreendente diálogo em que são expostas críticas à literatura praticada por mulheres. Outro aspecto interessante e incomum de O sino e o relógio é a inclusão de dois contos anônimos de boa qualidade. Ao todo são 25 narrativas publicadas entre 1836 e 1879. O livro se divide em quatro grandes conjuntos temáticos fantástico, histórico, cotidiano e intriga. São classificações que levam em conta a trama central dos contos, embora muitas vezes suas características se misturem. Essa disposição permite revelar que o Romantismo, tal como praticado no Brasil, abrangeu mais temas do que os tradicionalmente reconhecidos, como o indianismo ou a exaltação da natureza. Sobressaem na antologia os temas fantásticos e as crônicas de costume. Sobre o primeiro filão, os organizadores observam no prefácio que as histórias são povoadas de seres fantásticos como tatus brancos, fantasmas, vozes cavernosas e cadaverosas, instrumentos mágicos e malditos e uma noiva-cadáver. O título O sino e o relógio se refere aos temas do primeiro e último contos do volume, da autoria, respectivamente, de Franklin Távora e Machado de Assis, este já tendendo a uma abordagem irônica dos postulados românticos e adotando um desenlace amargo, mais aparentado ao realismo. Lado a lado com os nomes hoje pouco conhecidos estão autores canônicos do Romantismo como José de Alencar, Bernardo Guimarães, Joaquim Manuel de Macedo e Visconde de Taunay.…

  • Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026

    6554611010 / 9786554611015

    • Hardcover

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    hardcover. Obra de autora ucraniana que revolucionou a literatura pós-soviética é referência do feminismo e da discussão pós-colonial  Uma das 100 mulheres mais importantes do mundo, segundo a BBC  Um dos 100 melhores livros da literatura ucraniana, segundo a PEN  Mais de dez anos na lista dos mais vendidos  Eleito o livro mais influente nos primeiros quinze anos de independência da Ucrânia  Traduzido para mais de vinte idiomas  Quando Pesquisa de campo sobre o sexo ucraniano, de Oksana Zabuzhko, foi lançado, em 1996, seu impacto foi comparado, pela crítica da época, ao de uma bomba atômica. O romance, que ficou conhecido como a "Bíblia do feminismo ucraniano", acompanha o fim do relacionamento conturbado entre uma poeta, Oksana, e um ambicioso escultor, Mykola K, que vivem nos Estados Unidos logo após a independência da Ucrânia, em 1991.  Em meio à dor do rompimento e à análise do comportamento abusivo do parceiro, a narradora relembra outras violências a que foi submetida ao longo da vida, denunciando a ordem estabelecida nas relações de gênero, segundo a qual a mulher está sempre sujeita à opressão social e sexual tanto pelo patriarcado tradicional quanto pelo totalitarismo.  Com uma escrita inovadora e atraente, a autora e filósofa, que é hoje uma das intelectuais mais respeitadas na Ucrânia, constrói uma obra cuja repercussão transcendeu fronteiras e disciplinas, sendo tema de estudos pós-coloniais e feministas, e rendeu a ela uma coleção de prêmios e honrarias. Recentemente, a obra ganhou novo fôlego e interesse internacional, desde o início da guerra da Rússia contra a Ucrânia, servindo como retrato literário da luta pelo reconhecimento e pela autonomia do país e de suas mulheres.…

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    hardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.…

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    hardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.…

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  • Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026

    655461110X / 9786554611107

    • Hardcover
    • Erstausgabe

    Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilienLivraria Ingá

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    Zustand: Neu

    EUR 61,56

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    Hardcover. Zustand: New. 1st Edition. New book, unread, in perfect condition. Text in Portuguese. Hardcover, 312 pages, 22 x 13.5 x 2.5 cm, 480 g. Published by Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026. 1st Edition. Contributors: Borges, Juliana (afterword by); Inglês Von Holdefer, Camila (). Resumo (em português): Ãpico familiar ambientado no Mississippi contemporâneo mescla elementos de romance de formação, conto fantástico e crÃtica social em narrativa primorosa que rendeu à autora seu segundo National Book Award *Selecionado como um dos 100 melhores livros do sà culo XXI pelo The New York Times *Ganhador do National Book Award e considerado o melhor livro do ano de seu lançamento pelo The New York Times, Time, BBC, The New York Times Book Review e The Financial Times. Quando Jesmyn Ward lançou O canto dos insepultos, tornou-se a única autora a conquistar duas vezes o National Book Award, principal distinção literária nos Estados Unidos. O livro, descrito pelos jurados como âuma narrativa primorosa, concisa e de uma eloquência dilacerante, de tirar o fà legoâ, se situa entre um romance de formação e o tÃpico road novel americano, com toques de conto fantástico e uma contundente crÃtica social. O canto dos insepultos conta a histà ria de Jojo, um garoto de 13 anos, e sua irmã mais nova, Kayla. Eles vivem na casa de seus avà s negros, Pop e Mam, enquanto, do lado paterno, os avà s brancos não os reconhecem. Leonie, a mãe, nem sempre presente, à uma mulher atormentada pelo assassinato do irmão, Given â" com quem conversa quando está drogada â", e pela ausência do pai das crianças, Michael, que está preso. Quando Michael está prestes a ser liberado, Leonie, uma amiga e as crianças embarcam numa longa viagem de carro, cruzando o estado para buscá-lo. Nessa jornada, a autora apresenta as complexas dinâmicas afetivas da famÃlia e, a partir dela, compõe um intenso retrato do racismo, da violência e da desigualdade a que está sujeita a população negra no sul dos Estados Unidos. O canto dos insepultos, de 2017, foi selecionado como um dos 100 melhores livros do sà culo XXI na famosa lista do The New York Times, alà m de ganhar o National Book Award e ser considerado o melhor livro do ano pelo The New York Times, Time, BBC, The New York Times Book Review e The Financial Times. à tambà m o segundo romance da autora publicado no Brasil, depois de A descida, lançado pela CARAMBAIA em 2025.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Carambaia, 2015

    8569002041 / 9788569002048

    • Hardcover

    Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilienLivraria Ingá

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    EUR 47,81

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    Anzahl: 4 verfügbar

    Hardcover. Los Angeles, anos 1930. Enquanto a economia norte-americana sofre as consequências do crash de 1929, o distrito de Hollywood atrai um grande contingente de pessoas em busca de fama e sucesso no mundo do cinema. É esse o universo em que se situa O Dia do Gafanhoto, novela escrita por um dos principais prosadores norte-americanos do século XX, Nathanael West (1903-1940). A narrativa apresenta uma galeria de personagens que circulam pelos estúdios, mansões de milionários, bordéis, rinhas de galo e sets de filmagem da cidade. Entre eles, a tríade formada por Tod Hackett, um jovem artista que ganha a vida desenhando figurinos e cenários; a bela Faye Greener, dançarina aspirante ao estrelato; e Homer Simpson, um contador que se mudara para a Costa Oeste para se recuperar de uma pneumonia. Protagonistas que retratam alguns dos típicos sujeitos que vão para a Califórnia para morrer, como descreve o autor. Publicado pela primeira vez em 1939, O Dia do Gafanhoto permanece um dos melhores retratos dos bastidores de Hollywood durante a Grande Depressão. Em 1975, foi adaptado para o cinema, em filme homônimo dirigido por John Schlesinger. O livro traz também uma seleção de contos, ensaios e o único poema escrito por West, revelados no espólio do autor.…

  • Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2024

    6554610642 / 9786554610643

    • Softcover

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    Paperback. ? Best-seller do The New York Times ? Prêmio Graywolf de literatura de não-ficção ? Vencedora do Whiting Award ? Selecionada pela revista Granta entre os 21 jovens escritores mais promissores da década nos Estados Unidos Qual é o limite da loucura? O que acontece quando você está convencida de que está morta, de que seus amigos são robôs, ou aranhas estão comendo o seu cérebro? E, apesar de tudo, você está totalmente ciente do que está acontecendo, mas é incapaz de fazer algo a respeito? Esta coletânea de treze ensaios, belamente entrelaçados, se inicia quando a autora, a premiada escritora Esmé Weijun Wang, recebe seu diagnóstico. Anos depois das primeiras alucinações e episódios psicóticos, em 2013 ela é finalmente identificada como paciente de transtorno esquizoafetivo do tipo bipolar. Filha de imigrantes taiwaneses e nascida nos Estados Unidos, Esmé faz, nesta narrativa em primeira pessoa, um relato dessa doença tão desconhecida como estigmatizada. Numa envolvente narrativa, em que relatos pessoais são mesclados a uma rica e aprofundada pesquisa, Wang não foge a nenhuma questão, mesmo as mais dolorosas, em torno de sua mas não apenas sua loucura. Esse trabalho, trabalho prismático e quase enciclopédico, é um testemunho corajoso e comovente, mas não só isso: amplia nosso sentido da existência humana, como observa no posfácio psiquiatra e professor universitário Ary Gadelha. Ao contrário da maioria das obras do tipo, escritas por especialistas ou cuidadores que descrevem a doença de um ponto de vista externo, aqui é o próprio paciente quem conta, em primeira pessoa e especial qualidade literária, o que é viver questionando os limites de sua sanidade mental.…

  • Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026

    6554611053 / 9786554611053

    • Softcover

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    EUR 73,56

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    paperback. Livro O diário de um louco: Contos completos de Lu Xun, de Xun, Lu. Editora: Editora Carambaia EIRELI.

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2024

    6554610685 / 9786554610681

    • Softcover

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    paperback. Tido pela revista Time como um dos 100 melhores livros de literatura fantástica de todos os tempos, O bebedor de vinho de palma e seu finado fazedor de vinho na Cidade dos Mortos , do escritor nigeriano Amos Tutuola, é considerada a obra seminal da literatura moderna africana. Profundamente enraizado na tradição oral iorubá, o romance leva o leitor por uma jornada plena de maravilhamento e mágica, na qual o personagem caminha de mata em mata, parando em vilarejos e às margens de rios, onde encontra todo tipo de obstáculos e criaturas. Nesse périplo, um herói sem nome leva uma vida de ócio e devaneio bebendo vinho de palma, uma bebida alcóolica fermentada a partir da seiva de várias espécies de palmeira, cercado de amigos igualmente bebedores. Até que seu fazedor de vinho, o único que exerce bem o ofício na região, morre numa queda. Isso obriga o herói a ir buscá-lo na Cidade dos Mortos. Tal um Macunaíma, nessa jornada plena de maravilhamento e mágica, ele encontra todo tipo de obstáculo e de criatura, sobrenaturais e aterrorizadoras, das quais tentará se livrar com a ajuda de jujus , objetos mágicos que lhe conferem poderes especiais. Considerada hoje como a obra seminal da literatura moderna africana, que conquistou escritores como T. S. Eliot, Dylan Thomas, Chinua Achebe, Raymond Queneau e Wole Soyinka, o livro do nigeriano Amos Tutuola (1920-1997) é um trabalho literário sofisticado que transforma a oralidade dos contos e a cosmogonia iorubá em material artístico. …

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2024

    655461074X / 9786554610742

    • Hardcover

    Anbieter: Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrasilienLivraria Ingá

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    EUR 64,36

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    hardcover. Seleção de crônicas raras e inéditas de João do Rio ganha edição especial em comemoração aos 10 anos da CARAMBAIA Numa época em que os jornais funcionavam como uma espécie de tribuna de opinião, e suas colunas eram divididas entre diatribes de caráter político e textos rebuscados nascidos da pena de literatos, surgiu a figura de João do Rio. O autor, homenageado de 2024 na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), inovou e usou as páginas dos diários como terreno de experimentação. Misturou apuração jornalística com estilo literário e ajudou a formatar um dos gêneros mais apreciados pelo leitor brasileiro: a crônica. Gente às janelas reúne um panorama variado dessa produção do autor, com textos raros coletados após quase uma década de pesquisa. Entre os 33 selecionados, encontram-se alguns de seus primeiros e pouco conhecidos contos, como "Impotência" ou "Ódio (Páginas de um diário)", em que aborda a homossexualidade tema pelo qual sofreu ataques e preconceito a vida toda. João do Rio, um flâneur, capturou a essência do Rio de Janeiro, frequentando desde os ambientes chiques até os mais sombrios becos e vielas. Observou as curiosidades e desigualdades da sociedade carioca dos anos iniciais da República, como mostra em crônicas como "Gente às janelas", "Tabuletas", ou "As mariposas do luxo". Com uma abordagem inovadora e estilo muito próprio, o cronista levou o leitor brasileiro para um jogo do estreante foot-ball, satirizou a alta-roda que se reunia nos salões fingindo viver na Europa, visitou os afamados terreiros de candomblé ou pontos de fumo de ópio, lugares onde jornalista não costumava pôr o pé. Ele foi pioneiro ao subir o morro e denunciar as condições de vida nas recém-instaladas e precárias moradias, no raríssimo "Na Favela Trecho Inédito do Rio". Figura controversa, admirada por muitos, foi também alvo de muitas críticas e ataques. João do Rio denunciou injustiças sociais, enfrentou e perpetuou preconceitos, e nunca foi totalmente aceito pelos círculos intelectuais e políticos da época. Gente às Janelas é uma obra indispensável para quem quer entender o legado de João do Rio e sua relevância, mais de um século depois, no gênero no qual se consagrou, a crônica.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: CARAMBAIA, 2019

    8569002661 / 9788569002666

    • Hardcover

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    Hardcover. Clássico da literatura russa, obra do autor prêmio Nobel Aleksandr Soljenítsyn ganha nova tradução no Brasil, depois de décadas fora de catálogo. Marco da literatura de testemunho, Arquipélago Gulag denunciou os terrores do stalinismo nos campos de trabalhos forçados da antiga União Soviética mesclando relatos e reconstrução histórica à experiência do próprio autor, que passou oito anos como detento. Arquipélago Gulag Um experimento de investigação artística (1918-1956), obra-prima do russo Aleksandr Soljenítsyn (1918-2008), prêmio Nobel de Literatura, foi escrita clandestinamente entre 1958 e 1967. Para contar a história, construída a partir do testemunho de 227 sobreviventes dos campos do Gulag, na União Soviética, Soljenítsyn precisou montar uma verdadeira operação secreta. Passou duas temporadas em um sítio na Estônia, longe da vigilância soviética, onde escreveu a maior parte do texto. Com o manuscrito pronto, aquartelou-se em uma casa de campo próxima a Moscou, onde revisou, datilografou e microfilmou cada página em 1968. Uma cópia foi entregue a uma amiga francesa, que naquele mesmo ano contrabandeou o livro para fora da cortina de ferro. A primeira edição de "Arquipélago Gulag" foi lançada em Paris no final de 1973, mesmo ano em que o manuscrito foi descoberto pela KGB. Poucas semanas depois do lançamento, o autor foi preso, acusado de "alta traição", teve a cidadania soviética retirada e foi obrigado a deixar a URSS. Isso não impediu para o livro fosse traduzido para dezenas de línguas, recebesse críticas positivas e vendesse milhões de cópias. Esta edição da obra foi traduzida diretamente do russo a partir da última versão do livro ? condensada, apesar de ter perto de 700 páginas. Esse trabalho foi realizado por Natália Soljenítsyna, a pedido do próprio autor, com o intuito de atrair novos leitores, já no final da vida. Os três volumes originais foram reduzidos a um só, preservando a estrutura de capítulos da obra original. A capa foi desenhada por Mateus Valadares.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Editora Carambaia EIRELI

    655461091X / 9786554610919

    • Hardcover

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    hardcover. Um livro ilustrado de ciências, para crianças curiosas. - Finalista do Blueberry Award, de "livros infantis sobre natureza e clima que não estimulam a ansiedade climática" - Exposição na Feira de Bologna de 2025 Uma árvore é mais que apenas uma planta. Escondida e ao mesmo tempo à vista de todos, nas esquinas e quintais por toda parte, ela sustenta um ecossistema inteiro de vida insetos, mamíferos e até seres humanos. Este livro revela como uma única árvore oferece abrigo, alimento e ar puro para uma infinidade de animais e insetos. Dos pássaros que constroem ninhos entre seus galhos às abelhas que coletam néctar de suas flores, ela mantém seu entorno limpo, saudável e seguro. Suas folhas purificam o ar, e as raízes evitam que o solo seja carregado pela chuva. Além disso, os habitantes da árvore ficam protegidos durante as tempestades e as mudanças de estação. O texto do poeta-biólogo David L. Harrison, autor premiado de mais de duzentos livros, informa e encanta os leitores ao abordar o ciclo de vida das árvores ao longo das quatro estações. As ilustrações de Kate Cosgrove dão cor a um mundo encantador, cheio de vida. A dupla, que já recebeu diversos prêmios por outras obras criadas em parceria (E os sapos cantam e O livro da terra, inéditos no Brasil), volta com mais um livro ilustrado que convida os pequenos leitores a se conectarem com o mundo natural ao seu redor. Uma árvore é uma comunidade é perfeito para os jovens naturalistas em formação. Um poema ilustrado que vibra de vida, natureza e descoberta para ler em voz alta, amar e reler.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Editora Carambaia EIRELI

    6554610901 / 9786554610902

    • Hardcover

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    hardcover. Uma história que explora relações com a família e a natureza, diversidade cultural, e remete o leitor, que é ou já foi criança, às cores, sons, cheiros, texturas e sabores da infância Carmencita não gosta de mangas. Acha que elas são melequentas e deixam fiapo nos dentes. Quando Abuelita pede sua ajuda para colher os frutos do quintal, a menina faz cara feia. Até que um dia, a avó lhe conta um segredo: existe um jeito certo de comer uma manga. Com calma e sabedoria, a Abuelita ensina Carmencita que, para saborear a fruta, deve-se seguir cinco passos. Começa pelo ouvido: é preciso escutar o vento batendo nas folhas da mangueira; depois, sentir os galhos e raízes, tocar e cheirar a fruta com atenção. E por aí vai. Em cada etapa, avó e neta saboreiam os presentes que a Mamá Terra oferece e mergulham nas lembranças afetuosas da família e de sua cultura. Inspirada na infância da autora Paola Santos na Venezuela, Como se come uma manga é uma celebração aos cinco sentidos, à natureza, aos vínculos familiares e às heranças culturais que atravessam gerações e fronteiras. Sem excesso de sentimentalismo, o texto potente é acompanhado dos vibrantes desenhos da ilustradora colombiana Juliana Perdomo, que convidam o leitor de todas as idades a valorizar as lembranças, os cheiros, sabores e sons do presente e do passado, e a valorizar o que a natureza nos oferece. Como se come uma manga saiu no final de 2024 nos Estados Unidos já recebeu várias distinções: selecionado entre os melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York, está na lista dos 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us), entre outras distinções. Tem como público-alvo leitores de 4 a 8 anos. Disseram sobre ele: "Comovente e delicioso. Uma narrativa para ser saboreada." Kirkus Reviews "Irradiando calor e afeto, este livro traz lições sobre os cinco sentidos, o afeto familiar e a gratidão." Publishers Weekly "Vibrante, sensorial e profundamente humano." School Library Journal "Ao mesmo tempo alegre e meditativo, perfeito para introduzir a atenção plena às crianças." BookPage Prêmios e distinções: - Lista dos Melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York; - 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us) - The Best Childrens Books of the Year in Spanish pelo Bank Street College of Education 2025.…

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    6554610901 / 9786554610902

    • Hardcover

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    hardcover. Uma história que explora relações com a família e a natureza, diversidade cultural, e remete o leitor, que é ou já foi criança, às cores, sons, cheiros, texturas e sabores da infância Carmencita não gosta de mangas. Acha que elas são melequentas e deixam fiapo nos dentes. Quando Abuelita pede sua ajuda para colher os frutos do quintal, a menina faz cara feia. Até que um dia, a avó lhe conta um segredo: existe um jeito certo de comer uma manga. Com calma e sabedoria, a Abuelita ensina Carmencita que, para saborear a fruta, deve-se seguir cinco passos. Começa pelo ouvido: é preciso escutar o vento batendo nas folhas da mangueira; depois, sentir os galhos e raízes, tocar e cheirar a fruta com atenção. E por aí vai. Em cada etapa, avó e neta saboreiam os presentes que a Mamá Terra oferece e mergulham nas lembranças afetuosas da família e de sua cultura. Inspirada na infância da autora Paola Santos na Venezuela, Como se come uma manga é uma celebração aos cinco sentidos, à natureza, aos vínculos familiares e às heranças culturais que atravessam gerações e fronteiras. Sem excesso de sentimentalismo, o texto potente é acompanhado dos vibrantes desenhos da ilustradora colombiana Juliana Perdomo, que convidam o leitor de todas as idades a valorizar as lembranças, os cheiros, sabores e sons do presente e do passado, e a valorizar o que a natureza nos oferece. Como se come uma manga saiu no final de 2024 nos Estados Unidos já recebeu várias distinções: selecionado entre os melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York, está na lista dos 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us), entre outras distinções. Tem como público-alvo leitores de 4 a 8 anos. Disseram sobre ele: "Comovente e delicioso. Uma narrativa para ser saboreada." Kirkus Reviews "Irradiando calor e afeto, este livro traz lições sobre os cinco sentidos, o afeto familiar e a gratidão." Publishers Weekly "Vibrante, sensorial e profundamente humano." School Library Journal "Ao mesmo tempo alegre e meditativo, perfeito para introduzir a atenção plena às crianças." BookPage   Prêmios e distinções: - Lista dos Melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York; - 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us) - The Best Children's Books of the Year in Spanish pelo Bank Street College of Education 2025.…

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    Verlag: Editora Carambaia EIRELI

    655461091X / 9786554610919

    • Hardcover

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    hardcover. Um livro ilustrado de ciências, para crianças curiosas. - Finalista do Blueberry Award, de "livros infantis sobre natureza e clima que não estimulam a ansiedade climática" - Exposição na Feira de Bologna de 2025 Uma árvore é mais que apenas uma planta. Escondida e ao mesmo tempo à vista de todos, nas esquinas e quintais por toda parte, ela sustenta um ecossistema inteiro de vida insetos, mamíferos e até seres humanos. Este livro revela como uma única árvore oferece abrigo, alimento e ar puro para uma infinidade de animais e insetos. Dos pássaros que constroem ninhos entre seus galhos às abelhas que coletam néctar de suas flores, ela mantém seu entorno limpo, saudável e seguro. Suas folhas purificam o ar, e as raízes evitam que o solo seja carregado pela chuva. Além disso, os habitantes da árvore ficam protegidos durante as tempestades e as mudanças de estação. O texto do poeta-biólogo David L. Harrison, autor premiado de mais de duzentos livros, informa e encanta os leitores ao abordar o ciclo de vida das árvores ao longo das quatro estações. As ilustrações de Kate Cosgrove dão cor a um mundo encantador, cheio de vida. A dupla, que já recebeu diversos prêmios por outras obras criadas em parceria ( E os sapos cantam e O livro da terra , inéditos no Brasil), volta com mais um livro ilustrado que convida os pequenos leitores a se conectarem com o mundo natural ao seu redor. Uma árvore é uma comunidade é perfeito para os jovens naturalistas em formação. Um poema ilustrado que vibra de vida, natureza e descoberta para ler em voz alta, amar e reler.…

  • Verlag: Editora Carambaia EIRELI, Brasil

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    paperback.

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    Verlag: Carambaia, 2024

    6554610502 / 9786554610506

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    Hardcover. Em uma demonstração da hegemonia patriarcal na historiografia literária brasileira, a escritora Iracema Guimarães Vilela hoje está praticamente esquecida. No entanto, nas primeiras décadas do século XX ela produziu uma obra que se estendeu por romances, contos, crônicas em jornais importantes (vinte anos escrevendo em O Globo) e peças teatrais encenadas. Como outras mulheres das letras, entre elas a francesa George Sand, Vilela assinava seus escritos com um nome de homem, Abel Juruá, embora nunca tenha escondido sua identidade. Nhonhô Rezende (1918), seu romance de estreia, dá a medida do talento da escritora, obscurecido ao longo das décadas. Trata-se de uma história de amores desencontrados com fortes tintas de observação da sociedade e dos valores morais da época. Os personagens se alternam entre o Rio de Janeiro e Teresópolis, na serra fluminense, onde as famílias ricas iam passar suas férias de verão. Nhonhô Rezende, que se desenrola em algum momento entre o fim do Império e o início da República, tem uma fluência sofisticada que transita de personagem para personagem, de modo a deslocar o centro da ação. Assim, a narrativa inicialmente se concentra na jovem senhora Nair, chamada pelos próximos de Iaiá, moradora de Teresópolis. Antes de casar-se e ter uma filha, viveu um breve romance com o dândi Nestor, o Nhonhô Rezende do título do romance. Nair guarda péssimas lembranças de Nestor, de quem testemunhou o mau-caráter e o cinismo o próprio personagem se define como produto genuíno da sociedade de hoje, um produto cético; depravado e frívolo. Mesmo assim, Nair se vê obrigada a conviver socialmente com ele. A ganância e a dissimulação de Nestor também afetarão Stella, irmã mais nova de Nair, que vem do Rio para passar um tempo em sua casa. Ainda mais falsa do que ele é sua irmã, Clotilde, uma especialista em intrigas. Mais tarde ganha destaque na história a jovem e rica Dinorah, prima de Nair e Stella, também enredada nas más intenções de Nestor, que está de olho em sua fortuna. Ao redor desses personagens centrais, gravitam figuras da capital, com título nobiliárquico e um tanto ridículas, e os tipos da roça, não raro divertidos, entre eles um farmacêutico que não acredita em remédios. Como observa Constância Lima Duarte, doutora em literatura brasileira pela USP, no posfácio da edição, esse conjunto heterogêneo permite à autora reproduzir a linguagem das diferentes classes sociais tanto o falar pedante dos aristocratas quanto as saborosas expressões das classes populares. Entre os vívidos diálogos da classe alta discutem-se as questões dos direitos das mulheres e o feminismo, temas indefectíveis entre as melhores (e esquecidas) escritoras da época entre elas as que tiveram livros publicados pela CARAMBAIA: Júlia Lopes de Almeida, Chrysanthème e Ercilia Nogueira Cobra.…

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    • Hardcover

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    hardcover. Um romance de leitura obrigatória sobre os complexos laços da maternidade lindo e íntimo.  Washington Post  Li A herança da mãe avidamente, ele me fez refletir muito sobre nosso tempo e o envelhecimento das mulheres. Natalia Timerman, escritora, psiquiatra e autora do posfácio  Mitsuki Katsura tem cinquenta e poucos anos, dá aulas em uma universidade em Tóquio e, de um dia para outro, vê-se diante de duas situações incontornáveis. Descobre que o marido, um professor que conheceu quando morou em Paris, está tendo um caso com uma mulher mais jovem. Ao mesmo tempo, se vê obrigada a cuidar da mãe, uma mulher egocêntrica e exigente, cuja saúde frágil exige acompanhamento constante.  Lançado como romance-folhetim no jornal de maior circulação no Japão, A herança da mãe retoma esse gênero literário de sucesso no século XIX para discutir a complexidade e os paradoxos da cultura japonesa contemporânea.  Minae Mizumura, uma das mais importantes escritoras e ensaístas do Japão hoje, cria, a partir da crise familiar de Mitsuki, um retrato de uma classe média que vive entre os resquícios da sociedade tradicional e o contato com culturas ocidentais, abordando de maneira profunda e delicada temas universais como as relações entre mãe e filha, casamento e fidelidade, envelhecimento e resiliência, sobretudo feminina.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Editora Carambaia EIRELI, 2025

    6554610839 / 9786554610834

    • Hardcover

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    hardcover. Lançado originalmente em 1975, Ausência de destino é um dos grandes clássicos da literatura de testemunho do Holocausto. Escrito pelo húngaro Imre Kertész, o romance é baseado na experiência do autor, que foi ele mesmo sobrevivente de campos de extermínio nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A obra, que rendeu o Prêmio Nobel de Literatura a Kertész em 2002, estava fora de catálogo no Brasil e recebeu nova edição com tradução e posfácio de Paulo Schiller, diretamente do húngaro. O livro acompanha a história de György Köves, um adolescente húngaro de 14 anos que é retirado de um ônibus nos arredores de Budapeste e enviado, junto a outros sessenta meninos, para um trem com destino a Auschwitz. Judeu não religioso e sem a compreensão exata do que estava acontecendo, ele consegue entender, em meio à Babel de línguas e sotaques dos prisioneiros, que deve mentir sua idade. Dessa forma, ao chegar ao campo na Polônia ele escapa do envio imediato à câmara de gás, para onde iam as crianças de até 16 anos, e é designado para trabalhos forçados. Com uma narrativa implacavelmente objetiva, Kertész constrói uma espécie de romance de formação no qual vão sendo desveladas ao leitor, a partir do olhar do adolescente, a brutalidade cotidiana e a complexa luta pela sobrevivência nos campos. A força de Ausência de destino vai, no entanto, muito além do relato pessoal. A hábil construção de Kertész retrata a experiência indizível de sofrimento de um ponto de vista singular: o de um jovem que não se vê como vítima, que busca compreender a realidade à sua volta sem o filtro do heroísmo ou do martírio. Essa perspectiva traz um impacto avassalador, revelando não apenas a violência, mas também a forma como a mente humana tenta se adaptar ao inadaptável. "O romance utiliza o dispositivo alienante de tomar a realidade do campo como um dado adquirido, uma existência quotidiana como qualquer outra", afirmou o comitê sueco do Nobel ao atribuir-lhe o prêmio de literatura em 2002. O próprio escritor declarou em uma entrevista: "Estar muito próximo da morte também é uma forma de felicidade. Apenas sobreviver se torna a maior liberdade de todas". A discussão trazida por esse que é o principal livro de Kertesz chega aos 50 anos com uma assustadora atualidade. "Sempre que se refere a Auschwitz, Kertész diz que não pensa no passado, mas sim no futuro, um futuro sobre o qual a sombra do passado se projeta, ameaçadora", considera, no posfácio da edição da CARAMBAIA, o tradutor, escritor e psicanalista Paulo Schiller. "É possível que neste início de século XXI, o futuro a que Kertész se refere ao falar de Auschwitz esteja se anunciando. A violência e a paixão pela mentira, dois traços fundamentais dos regimes fascistas, parecem renascer e se infiltrar em inúmeras sociedades. O fascismo sempre elege um inimigo externo poderoso, fundamentando-se na promoção da discriminação e de um nacionalismo exacerbado, cujo resultado, como diz Kertész, é, inevitavelmente, o genocídio.".…

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    Verlag: Editora Carambaia EIRELI

    655461088X / 9786554610889

    • Hardcover

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    hardcover. "Ugrei? é uma escritora a ser observada, uma autora que merece ser celebrada."     Susan Sontag, escritora     "Um livro de beleza perturbadora, impactante, nada convencional".   Mercedes Monmany, crítica literária     Em 1961, morreu Roland, a morsa do Zoológico de Berlim. No estômago do animal foi encontrada uma série de objetos insólitos: um isqueiro cor-de-rosa, quatro palitos de sorvete, um broche em formato de poodle O Museu da Rendição Incondicional inicia-se com a descrição desse curioso inventário como forma de apresentar o próprio livro uma coleção de fragmentos, lembranças, anedotas e episódios dispersos que aos poucos estabelecem relações entre si. Uma mãe que vive em Zagreb durante a guerra mantém um diário e pensa na filha, que se mudou para Berlim. Esta, por sua vez, revê álbuns de fotografia antigos e imagina a fuga da mãe da Bulgária para a Iugoslávia meio século antes. Além disso, descreve um encontro amoroso em Lisboa, em meio a receitas, cartas, relatos da guerra da Iugoslávia, ensaios sobre arte e literatura.    Alternando entre o cômico, o melancólico e o mordaz, O Museu da Rendição Incondicional é uma crônica da vida no exílio, e descreve com maestria a vida daqueles que habitam as brechas entre duas culturas. É o principal romance da premiada escritora Dubravka Ugrei? que, assim como a narradora, nasceu na ex-Iugoslávia, de mãe búlgara e pai croata. No início da década de 1990, com a deflagração da guerra, posicionou-se contra os nacionalistas e, após sofrer uma campanha difamatória, teve de deixar o país. Viveu em várias cidades até se estabelecer definitivamente em Amsterdã. O romance, escrito em 1996 numa língua que ainda se denominava servo-croata e era o principal idioma da ex-Iugoslávia, teve tradução direta do original.…

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    655461088X / 9786554610889

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    hardcover. "Ugrei? é uma escritora a ser observada, uma autora que merece ser celebrada."    Susan Sontag, escritora    "Um livro de beleza perturbadora, impactante, nada convencional".  Mercedes Monmany, crítica literária    Em 1961, morreu Roland, a morsa do Zoológico de Berlim. No estômago do animal foi encontrada uma série de objetos insólitos: um isqueiro cor-de-rosa, quatro palitos de sorvete, um broche em formato de poodle O Museu da Rendição Incondicional inicia-se com a descrição desse curioso inventário como forma de apresentar o próprio livro uma coleção de fragmentos, lembranças, anedotas e episódios dispersos que aos poucos estabelecem relações entre si. Uma mãe que vive em Zagreb durante a guerra mantém um diário e pensa na filha, que se mudou para Berlim. Esta, por sua vez, revê álbuns de fotografia antigos e imagina a fuga da mãe da Bulgária para a Iugoslávia meio século antes. Além disso, descreve um encontro amoroso em Lisboa, em meio a receitas, cartas, relatos da guerra da Iugoslávia, ensaios sobre arte e literatura.    Alternando entre o cômico, o melancólico e o mordaz, O Museu da Rendição Incondicional é uma crônica da vida no exílio, e descreve com maestria a vida daqueles que habitam as brechas entre duas culturas. É o principal romance da premiada escritora Dubravka Ugrei? que, assim como a narradora, nasceu na ex-Iugoslávia, de mãe búlgara e pai croata. No início da década de 1990, com a deflagração da guerra, posicionou-se contra os nacionalistas e, após sofrer uma campanha difamatória, teve de deixar o país. Viveu em várias cidades até se estabelecer definitivamente em Amsterdã. O romance, escrito em 1996 numa língua que ainda se denominava servo-croata e era o principal idioma da ex-Iugoslávia, teve tradução direta do original.…

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    hardcover. Impactante romance sobre a escravidão nos Estados Unidos de autora que já vem sendo chamada de sucessora de Toni Morrison e William Faulkner Uma das escritoras mais poderosamente poéticas do país.The Washington Post A característica marcante da prosa de Ward é seu lirismo. Ward está em sintonia com antecessores como Zora Neale Hurston e William Faulkner.The New Yorker A visão literária de Jesmyn Ward é cada vez mais abrangente e penetrante, abordando questões urgentes sobre o racismo e a injustiça social que estão sendo levantadas pelos americanos. Citação do Prêmio da Biblioteca do Congresso para Ficção Americana Annis é filha de uma mulher escravizada e de seu senhor branco. Arrancada dos braços da mãe, é lançada em uma jornada devastadora, cruzando, acorrentada, o sul dos Estados Unidos. Mas sua travessia é também espiritual: guiada por vozes ancestrais e forças invisíveis, ela resiste, sonha e luta por liberdade. Este romance, marcado pela força da memória e da ancestralidade africana, representa a estreia da escritora Jesmyn Ward no Brasil. Única autora a ganhar duas vezes o National Book Award nos Estados Unidos, vem sendo aclamada como sucessora de Toni Morrison e William Faulkner. Com ecos de Dante e das religiões afro-americanas, A descida transforma o inferno da escravidão em matéria literária, com lirismo, fúria e beleza e consagra Jesmyn Ward como uma das grandes autoras de nosso tempo.…

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    hardcover. Impactante romance sobre a escravidão nos Estados Unidos de autora que já vem sendo chamada de sucessora de Toni Morrison e William Faulkner Uma das escritoras mais poderosamente poà ticas do paÃs.â"The Washington Post A caracterÃstica marcante da prosa de Ward à seu lirismo. Ward está em sintonia com antecessores como Zora Neale Hurston e William Faulkner.â"The New Yorker A visão literária de Jesmyn Ward à cada vez mais abrangente e penetrante, abordando questões urgentes sobre o racismo e a injustiça social que estão sendo levantadas pelos americanos.â" Citação do Prêmio da Biblioteca do Congresso para Ficção Americana Annis à filha de uma mulher escravizada e de seu senhor branco. Arrancada dos braços da mãe, à lançada em uma jornada devastadora, cruzando, acorrentada, o sul dos Estados Unidos. Mas sua travessia à tambà m espiritual: guiada por vozes ancestrais e forças invisÃveis, ela resiste, sonha e luta por liberdade. Este romance, marcado pela força da memà ria e da ancestralidade africana, representa a estreia da escritora Jesmyn Ward no Brasil. Ãnica autora a ganhar duas vezes o National Book Award nos Estados Unidos, vem sendo aclamada como sucessora de Toni Morrison e William Faulkner. Com ecos de Dante e das religiões afro-americanas, A descida transforma o inferno da escravidão em matà ria literária, com lirismo, fúria e beleza â" e consagra Jesmyn Ward como uma das grandes autoras de nosso tempo.…

  • Sprache: Portugiesisch

    Verlag: Carambaia, Brasil, 2025

    6554610898 / 9786554610896

    • Hardcover

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    Livro A descida: Um romance, de Ward, Jesmyn. Editora: Carambaia.

  • Verlag: Editora Carambaia EIRELI

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    Lançado originalmente em 1975, Ausência de destino é um dos grandes clássicos da literatura de testemunho do Holocausto. Escrito pelo húngaro Imre Kertész, o romance é baseado na experiência do autor, que foi ele mesmo sobrevivente de campos de extermínio nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A obra, que rendeu o Prêmio Nobel de Literatura a Kertész em 2002, estava fora de catálogo no Brasil e recebeu nova edição com tradução e posfácio de Paulo Schiller, diretamente do húngaro. O livro acompanha a história de György Köves, um adolescente húngaro de 14 anos que é retirado de um ônibus nos arredores de Budapeste e enviado, junto a outros sessenta meninos, para um trem com destino a Auschwitz. Judeu não religioso e sem a compreensão exata do que estava acontecendo, ele consegue entender, em meio à Babel de línguas e sotaques dos prisioneiros, que deve mentir sua idade. Dessa forma, ao chegar ao campo na Polônia ele escapa do envio imediato à câmara de gás, para onde iam as crianças de até 16 anos, e é designado para trabalhos forçados. Com uma narrativa implacavelmente objetiva, Kertész constrói uma espécie de romance de formação no qual vão sendo desveladas ao leitor, a partir do olhar do adolescente, a brutalidade cotidiana e a complexa luta pela sobrevivência nos campos. A força de Ausência de destino vai, no entanto, muito além do relato pessoal. A hábil construção de Kertész retrata a experiência indizível de sofrimento de um ponto de vista singular: o de um jovem que não se vê como vítima, que busca compreender a realidade à sua volta sem o filtro do heroísmo ou do martírio. Essa perspectiva traz um impacto avassalador, revelando não apenas a violência, mas também a forma como a mente humana tenta se adaptar ao inadaptável. "O romance utiliza o dispositivo alienante de tomar a realidade do campo como um dado adquirido, uma existência quotidiana como qualquer outra", afirmou o comitê sueco do Nobel ao atribuir-lhe o prêmio de literatura em 2002. O próprio escritor declarou em uma entrevista: "Estar muito próximo da morte também é uma forma de felicidade. Apenas sobreviver se torna a maior liberdade de todas". A discussão trazida por esse que é o principal livro de Kertesz chega aos 50 anos com uma assustadora atualidade. "Sempre que se refere a Auschwitz, Kertész diz que não pensa no passado, mas sim no futuro, um futuro sobre o qual a sombra do passado se projeta, ameaçadora", considera, no posfácio da edição da CARAMBAIA, o tradutor, escritor e psicanalista Paulo Schiller. "É possível que neste início de século XXI, o futuro a que Kertész se refere ao falar de Auschwitz esteja se anunciando. A violência e a paixão pela mentira, dois traços fundamentais dos regimes fascistas, parecem renascer e se infiltrar em inúmeras sociedades. O fascismo sempre elege um inimigo externo poderoso, fundamentando-se na promoção da discriminação e de um nacionalismo exacerbado, cujo resultado, como diz Kertész, é, inevitavelmente, o genocídio.".…