Para cúmulo o BCP nunca entregou "malas pretas" o que definitivamente o converteu num "não alinhado".|Filipe Pinhal tem um único propósito com este livro: a defesa do Bom Nome. O texto recorda informa explica e interpreta. Não há queixas. Apenas se constatam factos. Não se encontram desculpas. Apenas esclarecimentos. Não se recorre ao ajuste de contas. Denuncia-se e acusa-se. Preto no branco!|Para Filipe Pinhal um dos nomes mais incontornáveis na história da banca portuguesa dos últimos 20 anos: "uma defesa pública é o mínimo que devo aos meus filhos e netos para que reste alguma memória quando daqui a 30 anos os protagonistas do 'Caso BCP' já cá não estiverem ou já não sobrar registo credível dos eventos".|Desde que saiu do BCP o autor dedicou algumas horas a seleccionar escritos antigos no intuito de chegar a um conjunto coerente que deveria ser publicado como título "Coisas da política da justiça e da economia".|Mas "mudou de agulha". No final deparou-se com um vasto conjunto de factos interpretações argumentos e explicações com bastante interesse documental. Este livro fica para a história da banca portuguesa.|Os réus da minha acusação não são os que falaram em público. São os que manipularam na sombra sem nunca darem a cara. [Sobre às autoridades de supervisão Banco de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)] Reguladores ávidos de protagonismo preferiram brincar com o fogo a contribuir para a sua extinção. (...) Poderia correr-se o risco de ver o governador do Banco de Portugal o presidente da CMVM e o ministro das Finanças desautorizados? (...) Acuso os que tudo fizeram para destruir o maior banco privado português e agora esperam ansiosos o momento azado para negociar a partilha dos despojos. (...) a seu tempo ficará claro quem tinha interesse em abater o BCP e o que tinha a ganhar com isso.|Filipe Pinhal nasceu em 1946 em Sesimbra. Licenciado pelo ISCEF (Finanças) em 1970 iniciou funções bancárias no Banco da Agricultura em 1973. Passou pelo Ministério do Comércio (1975/76) e Ministérios das Finanças (1976/78). Foi Adminuistrador do Montepio Geral (1978/83) e da Parempresa (19383/85) e Director da CGD em 1985 até se juntar ao BCP ainda em 1985. No BCP foi Director (1985/88); Administrador (1988); Vice-Presidente (1999); Presidente (Agosto/2007 a Janeiro/2008).
Die Inhaltsangabe kann sich auf eine andere Ausgabe dieses Titels beziehen.
Anbieter: Hamelyn, Madrid, M, Spanien
Zustand: As New. : En 'O Dever do Bom Nome', Filipe Pinhal explora temas profundos a través de conversaciones con sus hijos. Publicado en 2009 por Bnomics, este libro de 216 páginas en tapa blanda ofrece una reflexión sobre la comunicación, la manipulación del mercado y la justicia. Escrito en portugués, invita a la reflexión sobre la ética y los valores en la sociedad contemporánea. EAN: 9789898184351 Tipo: Libros Categoría: Otros Título: O Dever do Bom Nome Autor: Filipe Pinhal Editorial: Bnomics Idioma: pt Páginas: 216 Formato: tapa blanda. Artikel-Nr. Happ-2025-03-13-70aedf73
Anzahl: 1 verfügbar