egocentrismo infantil na fase adulta: 1

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9781480030381: egocentrismo infantil na fase adulta: 1
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(EGOCENTRISMO INFANTIL NA FASE ADULTA) Egocentrismo infantil na fase adulta diz respeito aos processos sistemáticos (sacramentados pelas instituições educativas na psique do ser que nela entra) caracterizado pelo desenvolvimento, nesse mesmo ser, de dois tipos diferentes e possíveis de catástrofes em sua identidade, a saber: 1- Fazer com que o ser seja ele mesmo: o mesmo eu sempre; ou, então, numa outra catástrofe: 2- Fazer com que o ser seja o outro: uma cópia do outro e/ou o outro completamente. Esse trágico processo, essa castração da identidade do ser, se dá justamente quando ele, esse ser, ao entrar na Escola, é, através de métodos, avaliações, conteúdos enlatados, estigmas nele construídos, etc. impelido, por essa dita educação, a deixar de ser o que ele é (antropológica e culturalmente falando) ao obter o dito sucesso nela; e, numa outra via, ao querer ser sempre o mesmo, o eu mesmo sempre, ao nela, ainda que inconscientemente, querer fracassar, tentando preserva-se tal como ele é. 1- Nos dois casos, embora de formas diferentes, o ser é aprisionado em estados de “ser” psíquicos, antropológicos e culturais particularistas, fechados para o todo, egocêntricos, isto é, respectivamente: 1- No egocentrismo de si, na visão centrista de si, ao querer ser sempre o mesmo, o eu mesmo sempre. 2- No egocentrismo do outro, na visão centrista do outro, ao deixar de ser o que se é para se tornar uma cópia, para poder se tornar o outro completamente; Ou seja, tanto o Egocentrismo de si quanto o Egocentrismo do outro, representam, epistemologicamente falando, “estados” de ignorância, intolerância, xenofobismo, individualismo, nacionalismo, genocidismo, biocidismo e apartheid em relação aos diferentes e/ou as diferenças.

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(EGOCENTRISMO INFANTIL NA FASE ADULTA) Egocentrismo infantil na fase adulta, diz respeito aos processos sistemáticos, sacramentados pelas instituições educativas na psique do ser que nela entra, caracterizada pelo desenvolvimento, nesse mesmo ser, de dois tipos diferentes e possíveis de catástrofes na sua identidade, a saber: 1- Fazer com que o ser seja ele mesmo: o mesmo sempre; ou, então, 2- Fazer com que o ser seja o outro: uma cópia, o outro completamente. Esse trágico processo, essa castração da identidade do ser, se dá justamente quando ele, esse ser, ao entrar na Escola, é, através de métodos, avaliações, conteúdos enlatados, estigmas nele construídos, impelido, por essa dita educação, a deixar de ser o que ele é - Antropológico e culturalmente falando - para poder obter sucesso nela; e, numa outra via, querer ser sempre o mesmo, o eu mesmo sempre, ao nela fracassar ou inconscientemente querer fracassar, tentando preserva-se tal como ele é. 1- Nos dois casos, embora de formas diferentes, o ser é aprisionado em estados de “ser” psíquicos, antropológicos e culturais particulares, fechados para o todo, egocêntricos, isto é, respectivamente: 1- No egocentrismo de si, na visão centrista de si, ao querer ser sempre o mesmo, o eu mesmo sempre. 2- No egocentrismo do outro, na visão centrista do outro, ao deixar de ser o que se é para se tornar uma cópia, para poder se tornar o outro completamente; Ou seja, tanto o Egocentrismo de si quanto o Egocentrismo do outro, representam, epistemologicamente falando, “estados” de ignorância, intolerância, xenofobismo, individualismo, nacionalismo, genocidismo, biocidismo e apartheid em relação aos diferentes, presentes no ser.

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